Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto, apresentou o novo treinador do FC Porto, Julen Lopetegui, como alguém em quem ele próprio e a administração da SAD depositam “a máxima confiança” para levar novamente o clube a atingir o êxito. O presidente aproveitou para agradecer o trabalho de Luís Castro à frente do clube e disse que Lopetegui “era a primeira, a segunda e a terceira opção” para as próximas três épocas.
“É com todo o prazer que vos apresento o novo treinador, que creio que não precisará de apresentações devido à sua carreira vitoriosa em Espanha e em quem depositamos a máxima confiança. Daí o facto de termos feito um contrato de três anos, porque queremos construir uma equipa sólida e que nos dê garantias de voltarmos a ser o que temos sido. Queremos continuar a perder de vez em quando e não a ganhar de vez em quando. Lopetegui apresenta-se aqui hoje com a sua equipa técnica, da qual fará parte Rui Barros, um homem da casa que todos conhecem”.
Jorge Nuno Pinto da Costa não esqueceu o actual treinador dos azuis e brancos nesta conferência de imprensa: “Queria ter uma palavra para com Luís Castro. Volta ao seu lugar depois de, interinamente, ter a posição que teve com coragem e sacrifício que poucos aceitariam, e vai ser um colaborador directo como treinador da equipa B, onde já fez um excelente trabalho. Deixo-lhe aqui o meu obrigado. Tinha muita consideração por si e hoje tenho ainda mais pelo espirito de sacrifício, coragem e dignidade com que abraçou o projecto”.
O presidente do clube foi claro no apoio a Julen Lopetegui nesta apresentação do treinador: “Temos aqui toda a administração e direcção do FC Porto, numa demostração inequívoca de coesão e de que estamos unidos para enfrentar o futuro. O mister já terá visto que temos muita gente hostil ao FC Porto e naturalmente isso, para nós, não é um obstáculo, é um estímulo. Uma das razões pelas quais me proponho a este desafio é que me põem como moribundo e estão, na verdade, a colocar-me um desafio que quero abraçar, com um espírito como se fosse iniciar novos 32 anos à frente do FC Porto”.
O presidente do FC Porto dirigiu ainda algumas palavras aos que “são pagos para dizer mal”: “Espero que vivam muitos anos e que possam continuar a ter necessidade de nos combater e de terminar vários ciclos, como já fizeram muitas vezes. Estamos aqui todos, técnicos e dirigentes, para mais este desafio, com uma grande vontade de vencer e grande entusiasmo e é isso, mister, que prometemos e que esperamos de si”, afirmou, olhando para Julen Lopetegui.
Em jeito de balanço da época que agora termina, o presidente foi sucinto: “O que falhou esta época foi não ganhar como é costume – esse é que foi o falhanço. Quando se ganha, ganham todos; quando não se ganha, não se ganha por todos e cada um teve a sua responsabilidade”. Assumindo a sua admiração pelo futebol espanhol – “quatro das três equipas finalistas das duas provas europeias desta época são espanholas” -, Jorge Nuno Pinto da Costa aproveitou para dar a conhecer o currículo do novo técnico e que o espanhol foi a sua única opção: “Não é por acaso que a Espanha, com este treinador, venceu dois anos seguidos títulos europeus de Sub-19 e Sub-20 e é, para mim, a melhor liga do mundo. Por isso recaiu em Lopetegui a minha escolha. Quando o contactei disse-lhe que era a primeira, a segunda e a terceira opção, e não lhe dei margem para recusar. Definido o perfil do treinador e os objectivos, tive duas situações para fechar: garantir o novo treinador e ter Luís Castro no FC Porto B”.
Desvalorizando o facto de ser um treinador estrangeiro, porque “o futebol é universal e o FC Porto, comigo, já teve êxitos internacionais com treinadores portugueses e também com treinadores estrangeiros (Fernández, Ivic) e tive outros treinadores estrangeiros que deixaram grandes marcas (Robson)”, Pinto da Costa disse ter sentido empatia com o treinador desde o primeiro momento: “Tivemos vários encontros, em que nos identificámos e nos quais ele próprio me disse o que pretendia para o futebol da equipa e fiz a minha escolha. O importante é que ele tem de se enquadrar nos nossos desejos e ambição, e com a nossa marca”.
Jorge Nuno Pinto da Costa não esqueceu o actual treinador dos azuis e brancos nesta conferência de imprensa: “Queria ter uma palavra para com Luís Castro. Volta ao seu lugar depois de, interinamente, ter a posição que teve com coragem e sacrifício que poucos aceitariam, e vai ser um colaborador directo como treinador da equipa B, onde já fez um excelente trabalho. Deixo-lhe aqui o meu obrigado. Tinha muita consideração por si e hoje tenho ainda mais pelo espirito de sacrifício, coragem e dignidade com que abraçou o projecto”.
O presidente do clube foi claro no apoio a Julen Lopetegui nesta apresentação do treinador: “Temos aqui toda a administração e direcção do FC Porto, numa demostração inequívoca de coesão e de que estamos unidos para enfrentar o futuro. O mister já terá visto que temos muita gente hostil ao FC Porto e naturalmente isso, para nós, não é um obstáculo, é um estímulo. Uma das razões pelas quais me proponho a este desafio é que me põem como moribundo e estão, na verdade, a colocar-me um desafio que quero abraçar, com um espírito como se fosse iniciar novos 32 anos à frente do FC Porto”.
O presidente do FC Porto dirigiu ainda algumas palavras aos que “são pagos para dizer mal”: “Espero que vivam muitos anos e que possam continuar a ter necessidade de nos combater e de terminar vários ciclos, como já fizeram muitas vezes. Estamos aqui todos, técnicos e dirigentes, para mais este desafio, com uma grande vontade de vencer e grande entusiasmo e é isso, mister, que prometemos e que esperamos de si”, afirmou, olhando para Julen Lopetegui.
Em jeito de balanço da época que agora termina, o presidente foi sucinto: “O que falhou esta época foi não ganhar como é costume – esse é que foi o falhanço. Quando se ganha, ganham todos; quando não se ganha, não se ganha por todos e cada um teve a sua responsabilidade”. Assumindo a sua admiração pelo futebol espanhol – “quatro das três equipas finalistas das duas provas europeias desta época são espanholas” -, Jorge Nuno Pinto da Costa aproveitou para dar a conhecer o currículo do novo técnico e que o espanhol foi a sua única opção: “Não é por acaso que a Espanha, com este treinador, venceu dois anos seguidos títulos europeus de Sub-19 e Sub-20 e é, para mim, a melhor liga do mundo. Por isso recaiu em Lopetegui a minha escolha. Quando o contactei disse-lhe que era a primeira, a segunda e a terceira opção, e não lhe dei margem para recusar. Definido o perfil do treinador e os objectivos, tive duas situações para fechar: garantir o novo treinador e ter Luís Castro no FC Porto B”.
Desvalorizando o facto de ser um treinador estrangeiro, porque “o futebol é universal e o FC Porto, comigo, já teve êxitos internacionais com treinadores portugueses e também com treinadores estrangeiros (Fernández, Ivic) e tive outros treinadores estrangeiros que deixaram grandes marcas (Robson)”, Pinto da Costa disse ter sentido empatia com o treinador desde o primeiro momento: “Tivemos vários encontros, em que nos identificámos e nos quais ele próprio me disse o que pretendia para o futebol da equipa e fiz a minha escolha. O importante é que ele tem de se enquadrar nos nossos desejos e ambição, e com a nossa marca”.
in: fcporto.pt

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