O FC Porto não foi capaz de derrubar o muro defensivo do Olhanense e não conseguiu desfazer o nulo em Olhão. Num jogo de sentido único, os Dragões tiveram algumas oportunidades, entre elas uma grande penalidade, mas a equipa está numa fase difícil, em que as coisas não correm bem.
O jogo começou praticamente com um penalti cometido por Maurício, que derrubou Kléber pelas costas. Chamado à conversão, Hulk chutou forte, para a esquerda de Fabiano Freitas, que adivinhou o lado e defendeu, conseguindo depois desviar com o pé a recarga do avançado brasileiro.
O início do jogo como que anunciava uma noite difícil e depois do penalti desperdiçado seguiram-se minutos muito difíceis, com a equipa a não encontrar o caminho para a área do Olhanense, sempre muito bem defendida por uma equipa de marcha-atrás, que praticamente abdicava de atacar para defender o nulo.
Aos 20 minutos novo lance na área do Olhanense, com Mexer a cortar com a mão um desvio de cabeça de Maicon, uma grande penalidade que o árbitro João Capela não assinalou. Em cima do intervalo, Mangala esteve perto do golo na sequência de um canto, mas a cabeçada do central saiu ao lado.
Na segunda parte a equipa aumentou um pouco a intensidade de jogo e criou mais lances de remate, mas continuou incapaz de penetrar a defesa do Olhanense. Mangala esteve novamente perto de marcar aos 50 minutos, mas a cabeçada saiu por cima da trave, ao mesmo tempo que voltou a haver um lance polémico, com Mexer a derrubar Hulk aos 74 minutos, mas João Capela mandou jogar.
O Olhanense só por uma vez em todo o jogo ameaçou a baliza de Helton, através de um bom remate de Wilson Eduardo, que o guarda-redes defendeu com competência, para canto.
Os minutos finais foram com o FC Porto a pressionar, mas sem ser capaz de criar situações de perigo, acabando por deixar ficar dois pontos no Algarve.
O jogo começou praticamente com um penalti cometido por Maurício, que derrubou Kléber pelas costas. Chamado à conversão, Hulk chutou forte, para a esquerda de Fabiano Freitas, que adivinhou o lado e defendeu, conseguindo depois desviar com o pé a recarga do avançado brasileiro.
O início do jogo como que anunciava uma noite difícil e depois do penalti desperdiçado seguiram-se minutos muito difíceis, com a equipa a não encontrar o caminho para a área do Olhanense, sempre muito bem defendida por uma equipa de marcha-atrás, que praticamente abdicava de atacar para defender o nulo.
Aos 20 minutos novo lance na área do Olhanense, com Mexer a cortar com a mão um desvio de cabeça de Maicon, uma grande penalidade que o árbitro João Capela não assinalou. Em cima do intervalo, Mangala esteve perto do golo na sequência de um canto, mas a cabeçada do central saiu ao lado.
Na segunda parte a equipa aumentou um pouco a intensidade de jogo e criou mais lances de remate, mas continuou incapaz de penetrar a defesa do Olhanense. Mangala esteve novamente perto de marcar aos 50 minutos, mas a cabeçada saiu por cima da trave, ao mesmo tempo que voltou a haver um lance polémico, com Mexer a derrubar Hulk aos 74 minutos, mas João Capela mandou jogar.
O Olhanense só por uma vez em todo o jogo ameaçou a baliza de Helton, através de um bom remate de Wilson Eduardo, que o guarda-redes defendeu com competência, para canto.
Os minutos finais foram com o FC Porto a pressionar, mas sem ser capaz de criar situações de perigo, acabando por deixar ficar dois pontos no Algarve.
Liga ZON Sagres 2011/2012
2011/11/05, 20:30, Olhão
Olhanense | 0-0 | FC Porto |
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