
Falcão aconselha «espírito do dragão» no clássico da Luz
Trocou a cidade invicta por Madrid, o FC Porto pelo Atlético mas assume que é portista e não fecha a porta a um regresso ao estádio do Dragão, apesar de não ser para já. Radamel Falcao garante que só pensa nos colchoneros e afiança que se um dia marcar um golo aos azuis e brancos, não vai festejar. Para o clássico, deixa a receita: «Que entrem com o espírito do dragão para se imporem e ganharem».
Acompanha o campeonato luso «dentro do possível» mas admite saber que as coisas este ano estão mais renhidas e equilibradas do que na época passada, soltando, no entanto, um «oxalá o FC Porto seja campeão», em entrevista ao jornal O Jogo.
Trocou a cidade invicta por Madrid, o FC Porto pelo Atlético mas assume que é portista e não fecha a porta a um regresso ao estádio do Dragão, apesar de não ser para já. Radamel Falcao garante que só pensa nos colchoneros e afiança que se um dia marcar um golo aos azuis e brancos, não vai festejar. Para o clássico, deixa a receita: «Que entrem com o espírito do dragão para se imporem e ganharem».
Acompanha o campeonato luso «dentro do possível» mas admite saber que as coisas este ano estão mais renhidas e equilibradas do que na época passada, soltando, no entanto, um «oxalá o FC Porto seja campeão», em entrevista ao jornal O Jogo.
Radamel Falcao, que na época passada venceu duas vezes na Luz e até lá festejou o título, deixa a receita aos seus companheiros para o jogo desta sexta-feira: «Para voltar a vencer lá é importante manter o sentimento e o espírito que a equipa demonstrou na época passada. Não há segredos. Espero que a equipa consiga encontrar-se nesse jogo tão importante, mas que não vai decidir ao título. Porém, espero que ultrapassem em definitivo o Benfica na liga», projetou, rematando com um conselho para os seus ex-companheiros: «Que entrem com o espírito do dragão para se imporem e ganharem, sejam quais forem as condições que encontrem».
Hulk ou James serão os decisores do clássico, considera El Tigre, que ainda deixa um «talvez» quanto a Janko, do qual conhece pouco mas, quem sabe, pode ser «o dia dele». O que Falcao quer mesmo é «que o FC Porto ganhe» e na hora de arriscar um palpite, só não sabe por quantos: «O FC Porto está em recuperação e vai ganhar. Só não sei por quantos».
Focado no Atletico
«Neste momento penso apenas no Atlético. Fala-se muito aqui em Espanha e em Inglaterra da possibilidade de ir para o Chelsea, mas estou convencido de que devo manter-me concentrado no Atlético, que está a construir uma grande equipa. Sou o terceiro goleador na liga, atrás do Messi e do Ronaldo e sei que se fizer as coisas bem, a curto ou médio prazo, se abrirão outras portas. Mas quero deixar a minha marca neste clube primeiro como fiz no FC Porto», declarou o avançado ex-dragão, entrevistado pelo jornal O Jogo, referindo-se às notícias que dão conta do interesse de vários emblemas europeus, entre os quais o Chelsea, de Villas-Boas, seu ex-técnico no FC Porto.
O colombiano diz que não tem mantido contacto com o treinador português mas quando questionado sobre os campeonatos que gostaria de experimentar, o inglês é um deles.
«Para já estou muito bem aqui, esta liga é impressionante. As equipas são muito competitivas e temos sempre o nosso estádio cheio. Quero desfrutar e depois, obviamente, poderei experimentar outra liga, como a inglesa ou a italiana, não descartando um regresso ao FC Porto: «Neste momento não penso nisso. Quero fazer a minha carreira aqui e depois veremos se essa possibilidade aparece», atirou, garantindo, no entanto, que «não» festejará se marcar um golo aos dragões: «O FC Porto significa muito para mim e claro que não festejava».
Vítor Pereira respeitado
Falcao falou ainda de Vítor Pereira, que assumiu o posto de treinador principal dos dragões após a saída de André Villas-Boas. O colombiano diz que o facto de o treinador ter passado de número dois a número um não acarreta falta de respeito dos jogadores: «Todos os jogadores o respeitam porque ele ganhou esse respeito. Tem capacidade para o cargo. Por vezes, os fatores externos influenciam e dentro do campo não se consegue fazer refletir o trabalho. Ele já se estava a preparar para dar este passo na carreira», assumiu.
Fonte: http://www.zerozero.pt/

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