Com a vitória deste domingo, por 3-1, os triunfos consecutivos dos Dragões no Bonfim, em jogos da Liga, sobem para 12. O mais recente começou a escrever-se ao terceiro minuto, com Janko a confirmar uma apetência invulgar, teve direito a estreia, com Fernando a marcar pela primeira vez, e ainda sobrou tempo e talento para Varela fechar as contas, silenciando o projecto de revolta setubalense.
A entrada determinada era assumida e a confirmação não se fez esperar. Três minutos foi tempo de sobra para o FC Porto marcar, com um movimento rápido de João Moutinho a oferecer o terceiro golo em três jogos a Janko, que, com um desvio de cabeça, igualou o registo de Jardel na sua época de estreia nos Dragões.
A disposição portista foi ratificada nos minutos seguintes, com um domínio crescente que permitiu ao campeão desenhar o jogo no género “sentido único” e alargar a vantagem, ainda antes da meia hora, com uma estreia absoluta: num lance que abriu com a recuperação de bola e fechou com um remate cruzado, Fernando marcou o seu primeiro golo na Liga com a camisola do FC Porto; de permeio, apenas a assistência de Hulk.
A entrada determinada era assumida e a confirmação não se fez esperar. Três minutos foi tempo de sobra para o FC Porto marcar, com um movimento rápido de João Moutinho a oferecer o terceiro golo em três jogos a Janko, que, com um desvio de cabeça, igualou o registo de Jardel na sua época de estreia nos Dragões.
A disposição portista foi ratificada nos minutos seguintes, com um domínio crescente que permitiu ao campeão desenhar o jogo no género “sentido único” e alargar a vantagem, ainda antes da meia hora, com uma estreia absoluta: num lance que abriu com a recuperação de bola e fechou com um remate cruzado, Fernando marcou o seu primeiro golo na Liga com a camisola do FC Porto; de permeio, apenas a assistência de Hulk.
Nada mudou com o segundo golo portista. Autoritário, o campeão continuou a decidir o destino do encontro, numa tendência confirmada pelo registo de posse de bola, que, entre inevitáveis oscilações, atingiu várias vezes a casa dos 70 por cento. Antes e depois do intervalo, o jogo foi quase sempre aquilo que o FC Porto quis, permitindo-se os Dragões a uma compreensível gestão do esforço, justificada pela experiência europeia recente.
A supremacia portista sofreria um golpe inesperado, absolutamente contra a corrente e desferido na transformação exemplar de um livre directo. Marcou Meyong. Aos 75 minutos, o Vitória parecia, por fim, reentrar no jogo, numa ilusão prontamente desmentida por Varela, que fez o terceiro golo dos Dragões quatro minutos depois, assistido por Rodríguez, com um passe atrasado perfeito.
Retomada a normalidade, o FC Porto reproduziu sinais de clara hegemonia, com o mais gritante a esbarrar na trave, a remate de Sapunaru, e os restantes a provocarem o desequilíbrio profundo da defesa de Setúbal.

Victor Pereira: "Gostei da equipa, da atitude e do jogo"
Na entrevista rápida após a vitória por 3-1 no terreno do Vitória de Setúbal, Vítor Pereira mostrou-se satisfeito com o jogo portista, mesmo admitindo que a primeira parte foi mais conseguida. O treinador identificou a relva como um obstáculo adicional que os Dragões tiveram de enfrentar, mas sublinhou que o objectivo essencial, a conquista dos três pontos, foi cumprido.
Entrada forte
“Entrámos bem no jogo e fizemos o 2-0, numa boa primeira parte. Na segunda, tentámos poupar alguns jogadores e o cansaço e a fadiga começou a sentir-se. A relva também não permitia uma grande circulação de bola e a segunda parte não foi tão bem conseguida. Gostei da equipa, da atitude e do jogo.”
O ritmo possível
“A relva estava irregular, não estava cortada, e por isso havia altos e baixos, o que origina ressaltos. Com uma relva assim não se consegue acelerar, porque não se consegue jogar de primeira, são precisos dois ou três toques para dominar a bola. Jogámos também no ritmo que nos interessou em função do jogo que vamos ter na quarta-feira. Tivemos muito pouco tempo de recuperação, mas acho que fizemos um bom jogo. O importante era somarmos os três pontos e continuarmos a perseguir os nossos objectivos.”
Moutinho e o título
Antes de Vítor Pereira, o médio João Moutinho também prestou curtas declarações sobre a partida: “Esta era a vitória que ambicionávamos. Precisávamos de um bom resultado para manter intactas as nossas aspirações ao título”.
Entrada forte
“Entrámos bem no jogo e fizemos o 2-0, numa boa primeira parte. Na segunda, tentámos poupar alguns jogadores e o cansaço e a fadiga começou a sentir-se. A relva também não permitia uma grande circulação de bola e a segunda parte não foi tão bem conseguida. Gostei da equipa, da atitude e do jogo.”
O ritmo possível
“A relva estava irregular, não estava cortada, e por isso havia altos e baixos, o que origina ressaltos. Com uma relva assim não se consegue acelerar, porque não se consegue jogar de primeira, são precisos dois ou três toques para dominar a bola. Jogámos também no ritmo que nos interessou em função do jogo que vamos ter na quarta-feira. Tivemos muito pouco tempo de recuperação, mas acho que fizemos um bom jogo. O importante era somarmos os três pontos e continuarmos a perseguir os nossos objectivos.”
Moutinho e o título
Antes de Vítor Pereira, o médio João Moutinho também prestou curtas declarações sobre a partida: “Esta era a vitória que ambicionávamos. Precisávamos de um bom resultado para manter intactas as nossas aspirações ao título”.
Sem comentários:
Enviar um comentário