No ataque à liderança, o FC Porto não sentiu grandes dificuldades para bater o Gil Vicente. Os portistas derrotaram a equipa de Barcelos por 5x0, no Dragão, no jogo que fechou a 16ª jornada da Liga portuguesa.
Dragões nem deixaram os galos levantarem a crista
O Gil Vicente tinha sido uma das poucas equipas que conseguiu roubar pontos ao campeão nacional na primeira volta. O FC Porto empatou em Barcelos mas os gilistas sabiam que a dificuldade agora era maior. Os azuis e brancos, a jogar em casa e em velocidade cruzeiro rumo ao título – lado a lado com o Benfica – não iriam facilitar no cerco ao primeiro lugar. E a verdade é que não facilitaram mesmo.
Posse de bola ao intervalo: 83% para o FC Porto e apenas 17% para o Gil Vicente. Tiki-taka?
Se as dificuldades eram esperadas, os jogadores de Vítor Pereira trataram de confirmar que não estavam para brincadeiras. É que o FC Porto teve uma entrada muito forte e garantiu uma vantagem confortável muito cedo na partida.
Logo aos quatro minutos, Danilo abriu o ativo com a ajuda de Cláudio. O brasileiro correu pelo lado direito, fez a diagonal para a zona central e disparou de pé esquerdo; a bola ainda bateu no gilista Cláudio e acabou por trair o guarda-redes.
O Gil Vicente ia mostrando grandes dificuldades em travar os portistas e a missão complicou-se (ainda mais) com o segundo golo em tons de azul. O relógio marcava 12 minutos quando Vítor Vinha desviou a bola para o fundo da sua própria baliza, após uma jogada de Otamendi.
Contado assim... não é de estranhar, pois, que jogo tivesse apenas um sentido: a baliza do Gil Vicente. Era fácil, muito fácil para o FC Porto. O jogo circulava, as jogadas apareciam e reinava a tranquilidade no onze portista.
Ao intervalo... dois para o FC Porto e zero para o conjunto de Barcelos. Ah, Liedson era a estrela nas bancadas. O Levezinho desdobrou-se em fotografias e é, por assim dizer, uma estrela do grupo mesmo antes de se estrear com a camisola portista.
Muito FC Porto, pouco Gil e uma expulsão que complicou ainda mais
No recomeço... mais do mesmo. O FC Porto a esticar futebol e o Gil Vicente a defender-se como bem podia.
No entanto, a primeira ocasião de golo da segunda parte foi dos homens de Paulo Alves; aos 52 minutos, Brito disparou uma «bomba» e a bola a saiu perto do poste esquerdo da baliza de Helton, após uma perda incrível (pouco habitual) de Fernando a meio-campo.
Mas os azuis e brancos têm outras armas que a equipa minhota não tem. Assim, o terceiro golo apareceu logo aos 54 minutos. O belga Defour levantou o estádio, após um 'bailinho' no lado esquerdo da grande-área, num pontapé forte e sem hipóteses para o guarda-redes do Gil Vicente.
O terceiro golo selou o triunfo portista. A equipa de Barcelos tentava não sofrer mais perante o FC Porto mas a tarefa – que difícil estava – pior ficou com a expulsão de Cláudio. O 'patrão' da defesa gilista teve uma entrada dura sobre Moutinho e viu o segundo amarelo e respetivo vermelho.
A pista azul fechou ao som do Cha cha cha
Com o terceiro golo, os 24 mil 202 adeptos que se apresentaram no Dragão, viram o FC Porto a controlar a partida e a ameaçar as redes do Gil Vicente de quando em vez. Três golos de diferença, diga-se, permitiam ao FC Porto recolher para si o estatuto de líder do campeonato, ainda que empatados pontualmente com o Benfica.
No entanto, a falta de esclarecimento do Gil Vicente na defesa (no ataque nem existiu) escancarou o caminho ao FC Porto para o quarto golo. Aos 75 minutos, Varela atirou de cabeça para o fundo da baliza, após uma assistência de classe de Castro.
Os restantes minutos serviram apenas para agoniar os jogadores do Gil Vicente e para os bicampeões nacionais tentaram o quinto golo. E ele apareceu. Tente adivinhar.... Jackson Martínez, claro.
Fugiu aos centrais e na cara do guarda-redes não falhou. Um golo digno de ponta-de-lança. Um goleada destas fechou, pois, ao ritmo de Cha cha cha.
O FC Porto soma agora 42 pontos - tal como o Benfica - e o Gil Viente segue com 15 nos lugares mais baixos da tabela.
O terceiro golo selou o triunfo portista. A equipa de Barcelos tentava não sofrer mais perante o FC Porto mas a tarefa – que difícil estava – pior ficou com a expulsão de Cláudio. O 'patrão' da defesa gilista teve uma entrada dura sobre Moutinho e viu o segundo amarelo e respetivo vermelho.
A pista azul fechou ao som do Cha cha cha
Com o terceiro golo, os 24 mil 202 adeptos que se apresentaram no Dragão, viram o FC Porto a controlar a partida e a ameaçar as redes do Gil Vicente de quando em vez. Três golos de diferença, diga-se, permitiam ao FC Porto recolher para si o estatuto de líder do campeonato, ainda que empatados pontualmente com o Benfica.
No entanto, a falta de esclarecimento do Gil Vicente na defesa (no ataque nem existiu) escancarou o caminho ao FC Porto para o quarto golo. Aos 75 minutos, Varela atirou de cabeça para o fundo da baliza, após uma assistência de classe de Castro.
Os restantes minutos serviram apenas para agoniar os jogadores do Gil Vicente e para os bicampeões nacionais tentaram o quinto golo. E ele apareceu. Tente adivinhar.... Jackson Martínez, claro.
Fugiu aos centrais e na cara do guarda-redes não falhou. Um golo digno de ponta-de-lança. Um goleada destas fechou, pois, ao ritmo de Cha cha cha.
O FC Porto soma agora 42 pontos - tal como o Benfica - e o Gil Viente segue com 15 nos lugares mais baixos da tabela.

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