Conforme lhe competia, o FC Porto entrou em campo à procura do golo, empurrado por um público incansável no apoio à sua equipa. Com uns primeiros 20 minutos absolutamente irrepreensíveis, jogando com uma intensidade extremamente elevada, não surpreendeu que os Dragões chegassem à vantagem, à passagem do minuto 16, num cabeceamento de Jackson após a cobrança de um livre por parte de Josué.
Logo de seguida, Lucho podia ter aumentado a vantagem, mas o seu remate de fora da área saiu por cima da baliza do Atlético. O primeiro lance de perigo dos espanhóis veio apenas aos 32 minutos, mas a reacção dos madrilenos foi tímida. Nos últimos cinco minutos da primeira parte, Varela e Josué tiveram oportunidades para aumentar a vantagem do FC Porto – o remate do primeiro foi interceptado por Courtois, o do segundo saiu por cima da barra. Deixando-se dominar, os espanhóis “encarnaram” o papel desempenhado como ninguém pelas equipas italianas, cedendo a iniciativa de jogo. Mas nem Diego Simeone imaginaria passar por tamanho sufoco.
A segunda parte começou com a equipa espanhola a dominar as operações e, fruto dessa entrada, o Atlético conseguiu, à passagem do minuto 58, empatar a partida, num cabeceamento de Godín, após a cobrança de um livre do lado direito do seu ataque. O FC Porto reagiu e começou, novamente, a assumir as despesas do jogo, mas o contra-at
Os lances de bola parada atormentaram novamente os Dragões aos 86 minutos quando, num livre estudado, Turan, beneficiando de um passe de Gabi e da posição de fora-de-jogo, marcou o segundo golo dos madrilenos. Até ao final, o Atlético não soçobrou e manteve a vantagem, infligindo a primeira derrota da época, em todas as competições, ao FC Porto. O resultado final foi ainda mais amargo devido ao sabor a injustiça.
in: fcporto.pt
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